Limite sem culpa, mãe? — Aula Gratuita com Silvia Motta
É um roteiro que a gente aprendeu, sem perceber, muito antes de virar mãe.

Limite sem culpa, mãe?

Colocar um limite não faz de você uma pessoa ruim, egoísta ou menos amorosa. Entenda por que a culpa aparece — e como sustentar o que você decidiu sem precisar se justificar de novo.

  • 📅 08 de setembro (terça-feira)
  • 🕗 20h
  • 💻 Aula online e gratuita

Você já fez de tudo — e o que voltou foi crítica, não reconhecimento. E quando, no meio disso, você tenta colocar um limite, a culpa chega antes mesmo da frase terminar.

Isso não é falta de amor, nem falta de jeito. A gente aprende muito cedo diferentes ideias sobre o que significa cuidar — desde acreditar que amar é evitar qualquer frustração até confundir limite com imposição e controle.

Nesta aula gratuita, vamos conversar sobre como colocar e sustentar um limite — com filho, parceiro ou qualquer pessoa — sem precisar endurecer e sem se apagar para preservar a relação.

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📅 08 de setembro · terça-feira · 20h · online e gratuita

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Esta aula é para você se...

Toda vez que você tenta dizer não, a culpa aparece
Você já fez de tudo por alguém e, mesmo assim, recebeu crítica em vez de reconhecimento
Colocar um limite faz você se perguntar se está sendo egoísta ou dura demais
Você até consegue colocar um limite, mas volta atrás quando o outro insiste, se frustra ou questiona
Às vezes pensa: "Será que eu não deveria simplesmente dar conta de tudo, sem reclamar?"

Talvez o problema nunca tenha sido falta de jeito. Nem falta de firmeza. Nem falta de amor.

Talvez você só tenha aprendido, durante muitos anos, ideias sobre cuidado que fazem qualquer limite parecer egoísmo, dureza ou abandono.

👉 E sentir culpa depois de colocar um limite não significa automaticamente que você fez algo errado.

Às vezes, o que está sendo rompido não é o vínculo com o outro. É um roteiro antigo sobre o que você aprendeu que significa amar e cuidar.

Durante esta aula, você vai perceber:

  • 1 por que a culpa aparece quando você tenta colocar um limite — e como distinguir culpa de responsabilidade;
  • 2 por que existem dois extremos na forma de lidar com limites — e por que nenhum deles resolve o problema;
  • 3 como colocar um limite sem continuar resolvendo tudo pelo outro;
  • 4 por que sustentar um limite é mais difícil do que colocá-lo — e o que fazer quando ele for testado;
  • 5 aplicar esse olhar a uma situação real da sua vida, separando o que é sua responsabilidade, o que pertence ao outro e qual limite depende de você.

Você vai passar por três camadas até chegar no que depende de você.

Cultural

Reconhecer os dois extremos que aprendemos sobre limite — rigidez e permissividade — e entender por que nenhum deles resolve o problema.

Interpessoal

Perceber quando proteger demais também tira do outro a chance de aprender.

Pessoal

Aprender a sustentar um limite sem se justificar de novo — e sem se sentir a vilã da própria história.

Algumas conversas começam durante a aula. Outras começam quando ela termina.

Depoimento Amanda — conversa com marido — Amanda
Depoimento Fernanda — fui pega de surpresa — Fernanda
Depoimento Fernanda — mente mais aberta — Fernanda

Esses são alguns dos comentários que recebemos depois das últimas aulas. Porque, às vezes, enxergar uma dinâmica que estava escondida já muda a forma como você entra na próxima conversa.

Silvia Motta

Silvia Motta

Silvia Motta costuma dizer que trabalha como "consultora de vida boa para mães".

Há mais de 10 anos, combina estudo sobre comportamento humano e gestão da mudança com a observação da vida cotidiana para ajudar mulheres a enxergarem aquilo que normalmente passa despercebido — porque muitas vezes pequenas mudanças transformam completamente a forma como vivemos a maternidade, as relações e a rotina.

Especialista em Desenvolvimento Humano de Gestores e Gestão da Mudança, tem formação em Neurociência e Comportamento e é criadora do Método L.E.V.E., pelo qual mais de 1.400 mulheres já passaram.

Reserve o seu lugar

Você não precisa sair dessa aula sabendo colocar todo limite perfeitamente.

Mas pode sair conseguindo olhar para uma situação da sua própria vida e distinguir:

  • O que é minha responsabilidade?
  • O que pertence ao outro?
  • E qual limite depende de mim?

Talvez a culpa ainda apareça. A diferença é que ela não precisa mais decidir automaticamente por você.

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