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Colocar um limite não faz de você uma pessoa ruim, egoísta ou menos amorosa. Entenda por que a culpa aparece — e como sustentar o que você decidiu sem precisar se justificar de novo.
Você já fez de tudo — e o que voltou foi crítica, não reconhecimento. E quando, no meio disso, você tenta colocar um limite, a culpa chega antes mesmo da frase terminar.
Isso não é falta de amor, nem falta de jeito. A gente aprende muito cedo diferentes ideias sobre o que significa cuidar — desde acreditar que amar é evitar qualquer frustração até confundir limite com imposição e controle.
Nesta aula gratuita, vamos conversar sobre como colocar e sustentar um limite — com filho, parceiro ou qualquer pessoa — sem precisar endurecer e sem se apagar para preservar a relação.
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Talvez o problema nunca tenha sido falta de jeito. Nem falta de firmeza. Nem falta de amor.
Talvez você só tenha aprendido, durante muitos anos, ideias sobre cuidado que fazem qualquer limite parecer egoísmo, dureza ou abandono.
👉 E sentir culpa depois de colocar um limite não significa automaticamente que você fez algo errado.
Às vezes, o que está sendo rompido não é o vínculo com o outro. É um roteiro antigo sobre o que você aprendeu que significa amar e cuidar.
Reconhecer os dois extremos que aprendemos sobre limite — rigidez e permissividade — e entender por que nenhum deles resolve o problema.
Perceber quando proteger demais também tira do outro a chance de aprender.
Aprender a sustentar um limite sem se justificar de novo — e sem se sentir a vilã da própria história.
— Amanda
— Fernanda
— FernandaEsses são alguns dos comentários que recebemos depois das últimas aulas. Porque, às vezes, enxergar uma dinâmica que estava escondida já muda a forma como você entra na próxima conversa.

Silvia Motta costuma dizer que trabalha como "consultora de vida boa para mães".
Há mais de 10 anos, combina estudo sobre comportamento humano e gestão da mudança com a observação da vida cotidiana para ajudar mulheres a enxergarem aquilo que normalmente passa despercebido — porque muitas vezes pequenas mudanças transformam completamente a forma como vivemos a maternidade, as relações e a rotina.
Especialista em Desenvolvimento Humano de Gestores e Gestão da Mudança, tem formação em Neurociência e Comportamento e é criadora do Método L.E.V.E., pelo qual mais de 1.400 mulheres já passaram.
Mas pode sair conseguindo olhar para uma situação da sua própria vida e distinguir:
Talvez a culpa ainda apareça. A diferença é que ela não precisa mais decidir automaticamente por você.
📅 08 de setembro · terça-feira · 20h · online QUERO PARTICIPAR GRATUITAMENTE →Assim que concluir sua inscrição, você será direcionada para o grupo exclusivo da aula no WhatsApp. É por lá que liberaremos o link da transmissão, os lembretes da aula e o acesso aos materiais complementares.
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